CULTURA

PUBLICAÇÃO: 19 DE JANEIRO DE 2017 - 11:47h

Kadinho Laranjeira apresenta “Tributo a Cazuza”

A noite deste sábado, 21 de janeiro, será exagerada, com muita ideologia porque o tempo não para. Tributo a Cazuza será às 20 horas com entrada franca.
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Kadinho Laranjeira apresenta “Tributo a Cazuza”

Assessoria

A noite deste sábado, 21 de janeiro, será exagerada, com muita ideologia porque o tempo não para. O cantor e compositor sanjoanense Kadinho Laranjeira (58) apresenta o espetáculo “Tributo a Cazuza” cantando 15 sucessos do artista carioca falecido em 1990. Além de Kadinho no violão e voz, o palco do Cine Teatro São João, em São João da Barra, receberá seus ex-alunos Cinndy Monielly (19) no violão e voz, Isabely Gonçalves (17) no violão e baixo, Arthur Rodrigues (15) no violão solo, Kassia Eller (14) no violão e baixo, além de Vitor no cajon.

Marcado para as 20 horas, com entrada franca, a banda entoará canções de Cazuza e do Barão Vermelho como: O tempo não para (1988), Down em mim (1982), Maior abandonado (1984), Pro dia nascer feliz (1983), além de Ideologia (1988), Exagerado (1985), dentre outras. A seleção foi feita em consenso entre os artistas e suas preferências de Cazuza.

“É sempre bom um encontro deste com ex-alunos, ainda bem jovens, e poder cantar Cazuza, um dos grandes ícones do rock nacional”, ressalta Kadinho, que em março do ano passado fez uma homenagem a Raul Seixas.

Digno de orgulho para a música do município, Kadinho é o único a participar de todas as versões do Festival Sanjoanense da Canção (Fescan) que chega a sua edição número 30. “Eu adoro. Estive em todos. Rapaz, música é um negócio de Deus”, ressalta ele que esteve no Rock in Rio 2 – Maracanã (1991) e Rock in Rio 3, na cidade do Rock, em 2001.

Kadinho lembra que frequentava os bailes no Congos quando a rua ainda era de chão e via o sucesso dos cantores com a mulherada. “Elas não queriam dançar com a gente. Comecei a prestar atenção em quem tocava”, referindo-se principalmente aos grupos The King e The Big. Laranjeira recorda com carinho do saudoso Mário ‘Doidinho’ com quem ensaiava com o intuito de se preparar para o mundo musical. Surge a oportunidade na banda É de som, de Edmo de Zuza, onde também tocavam Maurício Melo no teclado, Juja na bateria e Pastel na guitarra e voz.

A vida musical fica intensa quando participa do grupo Vegas de Eleacir Cajueiro (cantor), com Tadeu Ramos (teclado), Guto Alves (bateria), Maurício Melo (guitarra). Seu instrumento novamente foi o baixo.


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